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BRF (4T18): Resultados em linha com o esperado, mas operacional fraco

A BRF reportou EBITDA ajustado de R$ 708 milhões, contra XPe de R$711 milhões e consenso de R$ 717,5 milhões (+ 36% A/A). A receita líquida de R$ 9.546 milhões foi 7,2% maior do que nossa estimativa com volumes e preços acima do esperado (+ 0,9% e + 6,3% A/A, respectivamente), enquanto o custo ficou 9,6% acima das nossas estimativas. O prejuízo líquido de R$ 2.125 milhões foi impactado por ajustes relacionados a impacto patrimonial (impairment) das iniciativas de desinvestimento.

A alavancagem atingiu 5,12x da dívida líquida/EBITDA e é esperada que atinja 3,65x até o final do ano de 2019, conforme destacado pela empresa anteriormente. A BRF reiterou que está confortável com sua posição de caixa, sem necessidade de caixa adicional. O foco permanece no refinanciamento da dívida e na gestão do passivo. Mantemos nossa recomendação neutra para as ações da BRF, com preço alvo de R$ 28/ação (clique aqui para acessar nossa tese).

Destaques por segmentos:

Resultado Brasil mais fraco que o esperado: EBITDA ajustado de R$ 423 milhões, 16% abaixo do nosso devido a custos acima do esperado. Margem EBITDA de 8,9% contra nossa estimativa de 10,8%. Do lado positivo, a participação de mercado total aumentou para 44,9% no 4T18, de 44,2% no 3T18.

Resultado Halal mais fraco que o esperado: EBITDA de R$ 205 milhões, 7,7% abaixo do nosso, com margem EBITDA de 9,6% versus XPe de 10,1%, principalmente devido a preços mais fracos que o esperado. Na comparação anual, os preços aumentaram 17%, com destaque para a Arábia Saudita, em decorrência do melhor equilíbrio entre oferta e demanda na região e da proibição de embarque de frangos insensibilizados. A participação de mercado total atingiu 41,5% no 4T18 na região, aumentando 1,6 pp em relação ao ano anterior.

Resultados internacionais melhores que o esperado, embora ainda fracos: A Receita Líquida do segmento internacional ficou 4,8% acima da nossa, mas caiu 12% ano contra ano, devido à menores volumes (-15%), parcialmente compensados ​​por preços 3,8% mais altos. O EBITDA permaneceu fraco em R$ 6 milhões, vs nossos R$ 25 milhões negativos. Principais impactos negativos: (1) restrições de volume na Europa e na Rússia; (2) excesso de oferta no mercado japonês; (3) medidas anti-dumping temporárias impostas pela China; e (4) saturação do mercado de Hong Kong.

Fonte: https://xpilink.xpi.com.br/ev/PFB4C/D/9cb8/LqxiE44WtHx/BKVU/

 

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