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Setor Financeiro: Atualizando estimativas; Rebaixando ITUB e B3SA

Novas estimativas e mudanças de recomendação
Atualizamos nossas estimativas e premissas de custo de capital para a cobertura do setor financeiro, com a exceção de BRSR, e listamos de maneira concisa os principais temas que temos discutido com investidores e empresas. Temos recomendação de Compra para BBDC, BRSR e BBAS (em ordem de preferência) e Neutra para B3SA, CIEL, ITUB e SANB.

2019 começou com alta volatilidade no mercado de ações devido ao turbulento noticiário político. A Reforma da Previdência deve continuar sendo o foco principal até que seu formato final seja aprovado no Congresso e esperamos que surjam oportunidades de compra durante esse período, como na recente correção de março. Nesse contexto, estamos favorecendo ações com valuations mais baratos e um potencial mais claro para entregar resultados sólidos ao longo do ano, independentemente do PIB e de outras variáveis ​​econômicas. Nosso veículo favorito é o Bradesco, seguido por Banrisul e Banco do Brasil.

O que não mudou: Positivos com bancos, cautelosos com a Cielo
Continuamos positivos em relação aos bancos, com base no potencial de crescimento de lucro em 2019-2020 e valuation ainda atrativo nos casos do BBAS, BRSR e BBDC. Cada banco tem seus próprios desafios para lidar nos próximos doze meses para atender às expectativas, desde crescimento de carteira até controle de custos, e listamos esses itens na seção a seguir. Também atualizamos nossos modelos para refletir as percepções de eventos recentes e apresentamos nossa tabela de mudanças de estimativas na próxima página.

Para Cielo, mantemos Neutro, pois não vemos relevante potencial de alta ou queda do nível atual, uma vez que cortes de preço e investimentos devem persistir pelo menos durante o 1S19. Além disso, a dinâmica de market share nos próximos meses deve definir mais movimentos estratégicos, o que adiciona incerteza à tese.

O que mudou: Rebaixando ITUB e B3SA para Neutro
Estamos rebaixando o Itaú para o Neutro, pois o banco está um passo atrás dos pares no ciclo de crédito e vemos outras alternativas mais atraentes para o setor no momento. A ação teve desempenho decente desde que começamos a cobertura em julho/2018 (25% vs 32% Ibov) e ainda gostamos da resiliência e da capacidade de execução no longo prazo, mas optamos pelo rebaixamento para destacar a preferência pelos pares mais cíclicos, que devem continuar superando o Itaú no curto prazo.

Também estamos rebaixando a B3 por valuation e pela menor visibilidade de expansão de volumes no curto prazo, apesar do 1T19 muito forte. Devido ao seu desempenho (22% vs 9,5% Ibov em 2019) e o atual desconto de P/L para seus pares globais, próximo ao seu menor nível desde a fusão Cetip-BM&F Bovespa, vemos uma oportunidade de realização. As perspectivas de longo prazo permanecem promissoras para a B3, com sua alta alavancagem ao crescimento do Brasil e do mercado financeiro, e buscaremos pontos de entrada atraentes nos próximos meses.

Fonte: https://xpilink.xpi.com.br/ev/PFQRl/CCI/af3c/DzHfTAZbS8u/BKVU/

 

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